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Adriana Calcanhoto - Partimpim, O Show

Por Bruno Mathias (O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.)

Para quem gosta de apreciar belas vozes, certamente deixar Adriana soltar a dela em seu aparelho de som é uma boa pedida.

Normalmente a reconhecemos por canções mais lentas, com aspecto melancólico. Deixamos a sua límpida, suave e melodiosa voz nos encantar, e assim caímos nos “braços de Calipso” (referência à canção Porto Alegre, de seu CD Maré).

Mas hoje o foco é outro: seu lado infantil. Ou melhor, de sua música. Falo especificamente de um trabalho nomeado por ela de “Partimpim”.

Um CD de muitíssima qualidade, em que se engana redondamente quem acha que ele é apenas feito para as crianças – a não ser que você é daqueles que considere que a criança dentro de cada um de nós nunca deixa de existir. Esse trabalho traz muito mais do que belas canções. Trata as crianças com respeito, com o desejo de oferecer ao nosso futuro possibilidades de desenvolvimento cognitivo, criatividade, desenvoltura, vibração e, especialmente, ALEGRIA e SENTIMENTO, através da arte e da cultura.

As letras são cuidadosamente trabalhadas. As melodias suaves e marcantes. A harmonia conduz a beleza de cada música em um embalo contagiante. O tom é infantil, o significado não tem nada de pueril.

E vale ressaltar: conheça o DVD deste show. Não é a mesma coisa. Mesmo. Música boa, produzida e executada por bons músicos, costuma ser melhor ao vivo. E nesse caso acontece o mesmo (na minha opinião, muito melhor), mas não é só isso. Adriana nos mostra uma produção, sem outra palavra que possa descrever melhor, deliciosa. A plateia está recheada de crianças. Há fantasias e brinquedos, cenários e personagens, arte e muito coração. O show nos permite conhecer a banda toda, e possibilita o entendimento de como todos são realmente importantes. A criatividade impera. Brinquedos, bacias, cabos, mangueiras, funis e até a água viram instrumentos musicais. Ah, e os extras ainda trazem a explicação da própria banda sobre a construção destes.

Você pode reconhecer inúmeras características até do mundo corporativo neste espetáculo: inovação, criatividade, trabalho em conjunto, sinergia, organização de talentos, percepção, conquista do Cliente.

Mas, se você acredita no poder da Arte, e além, que tudo o que é feito com real vontade, de coração, com inspiração e transpiração, pode ser útil a nós enquanto sociedade, aproveite. Afinal, isso é, literalmente, música para os seus ouvidos.

Partimpim

Deep Purple in Concert with the London Symphony Orchestra

Por Bruno Mathias (O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.)

A lendária banda de rock inglesa mostra uma capacidade musical surpreendente ao conseguir reunir seu estilo à cadência e beleza da orquestra, de forma tão harmoniosa e cativante. Um excelente estudo sobre cultura organizacional é propiciado, além do gosto de se ver algo feito em profunda inspiração e dedicação.

Vale uma sugestão para iniciar a análise: onde foi parar o spalla, violino-chefe e braço direito do maestro?

Deep Purple in Concert with the London Symphony Orchestra

Stomp!

Por Bruno Mathias - O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

Água, areia, baldes, latas, boias, bolas de basquete, isqueiros, jornal, sacos plásticos, sacos de papel, sucata, pia, vassouras, esfregões, mãos, pés, cadeiras de bar... Para o grupo percussionista Stomp, tudo isso é música! E das boas.

STOMP!

No sábado 21 de agosto de 2010 pude presenciar um show deles em São Paulo, e uma coisa é certa: você sai impressionado.

Não é do costume popular apreciar músicas tão distintas, especialmente sem letras. E isso pude verificar ao vivo também: no começo do show, havia dois garotos ao meu lado, em torno dos seus 7 ou 8 anos, cujos vídeo games portáteis estavam mais interessantes que as batidas corporais insistentes vindas do palco. Porém, após algumas músicas, os ouvidos já estavam mais atentos, e as telinhas desligadas.

Por isso vale a pena conhecer o som desse grupo. Significa expandir horizontes, apreciar uma arte incomum, que mistura ritmos musicais com artes circense e marciais. Significa explorar sentidos sub utilizados, entender ou apenas relembrar que nosso corpo e mente podem sempre ir muito além. Significa sair da zona de conforto para aprender.

O show não teve casa cheia. Não, pelo menos, nesta apresentação em que eu estava presente. Mas até acho esse fato compreensível. O importante foi ver que, ao final, os dois garotos já não mais lembravam dos seus vídeo games naquele momento e aplaudiam o encerramento de pé, junto com toda a plateia, que ainda pôde aprender que era capaz de produzir uma sequencia rítmica, em uníssono, em conjunto, conseguindo um resultado eficaz e emocionante, apenas apresentando vontade e disposição para o novo.

 

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